CURIOSIDADES DA POSSE DE BOLSONARO

Como uma medida de precaução, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou um colete à prova de balas por baixo do terno usado na cerimônia de posse. Segundo relatos feitos à reportagem, o uso do artefato foi uma sugestão de sua própria equipe, diante de sua decisão de desfilar em carro aberto. 


Nos últimos dias, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) vinha recomendando ao novo presidente que fizesse o desfile em carro fechado, para evitar um eventual ataque, mas ele não seguiu a orientação. O Palácio do Planalto recebeu, inclusive, cartas de eleitores do novo presidente pedindo para que não permitissem que ele se expusesse durante o trajeto na Esplanada dos Ministérios. Por questão de segurança, atiradores de elite foram posicionados no trajeto do carro oficial.

Um dos cavalos dos Dragões da Independência se assustou em frente à comitiva de carros que levava Jair Bolsonaro (PSL) para a cerimônia de posse no Congresso. O incidente ocorreu durante o início do desfile em carro aberto, pelas ruas de Brasília. O animal parece ter se assustado com a multidão e acabou sendo retirado da frente do carro oficial.

Publicações enaltecendo a posse do presidente eleito concorrem com comentários criticando o futuro presidente neste momento no Twitter. As expressões #PossePresidencial e #Fora Bolsonaro estão entre os assuntos do momento no Brasil e no mundo, de acordo com a rede social.


Entre os internautas brasileiros, há destaques para o desfile do cortejo presidencial. "Vejo a #PossePresidencial pela TV, e não consigo enxergar nenhuma bandeira vermelha no meio da população. Esse é o melhor começo que poderíamos ter para o nosso País", escreveu o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson. As publicações críticas com maior repercussão, por outro lado, defendem "resistência" ao novo governo.


As pessoas que se concentraram na Esplanada para assistir à cerimônia de posse ficaram presas no gramado por mais de uma hora. A segurança fechou as saídas até que Bolsonaro chegasse ao Itamaraty. Grande parte do público estava na Esplanada desde esta manhã. O sol foi forte e os banheiros ficaram praticamente inutilizáveis ao fim do dia. Os copos usados para distribuição de águas acabaram antes da liberação do público -não havia vendedores ambulantes no local.


As equipes de saúde atenderam várias pessoas passando mal por causa do forte calor. Policiais tiveram que fazer um cordão humano em torno da barraca de atendimento médico para evitar que o público invadisse o local. Vários dos presentes se revoltaram com a situação e afirmam que seu direito de ir e vir foi cerceado. Até as saídas serem abertas, muitos gritaram "abre, abre".


Bolsonaro encerrou o discurso ao tomar posse com um do chavões de sua campanha e de seus apoiadores. Ao lado do vice, Hamilton Mourão, ele exibiu uma bandeira do Brasil e falou "nossa bandeira jamais será vermelha". Ele disse que pode até "derramar sangue, se necessário for", para que a bandeira brasileira "continue verde e amarela".


Bolsonaro ainda frisou que foi eleito com a "campanha mais barata da história". Em seguida, foi interrompido pela multidão na Esplanada dos Ministérios, aos gritos de "mito". O novo presidente exibiu uma bandeira do Brasil. E falou novamente contra "ideologias nefastas". "Convoco a todos a iniciar um movimento nesse sentido para restabelecer valores éticos e morais no nosso País".


A primeira-dama Michelle Bolsonaro discursou na cerimônia de posse. Ela aproveitou para agradecer a solidariedade da população ao seu marido durante o período de recuperação após o atentado em Juiz de Fora (MG). Emocionada, Michelle interrompeu o discurso em um momento e, em quebra de protocolo, beijou Bolsonaro duas vezes.

DN

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