TRAFICANTE DO PCC FOI PRESO COM R$ 20 MIL QUANDO TENTAVA DOMINAR BAIRRO

A equipe da Polícia Civil em Quixeramobim, e do Batalhão de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) prenderam uma quadrilha suspeita de tráfico em uma área residencial do programa Minha Casa Minha Vida nesta cidade do Sertão Central, o Jardim Norte I. Localizado na periferia desta cidade, o residencial popular foi ocupado pelos moradores há menos de um ano.


De acordo com o delegado Hugo Leonardo de Lima, ele e sua equipe realizaram o levantamento da ação dos traficantes. Os criminosos pretendiam dominar o conjunto habitacional onde residem mais de 500 famílias. Eles estavam distribuindo drogas para os jovens da área residencial. Em pouco tempo o narcotráfico estava se expandindo.

Após localizarem a “boca de fumo” a equipe da Polícia Civil solicitou apoio dos policiais do Raio e cercaram o imóvel. Na ação, além de cocaína, crack emaconha, apreenderam um revólver calibre 38 e R$ 20 mil, proveniente das últimas vendas, explicou o delegado.

Os traficantes foram identificados como Paulo Sérgio Ferreira da Silva, conhecido por “Paulinho“, Gustavo Pedro Alves Pereira, vulgo “Pelado“, Alberto Victor da Silva Solidade e ainda um adolescente de 16 anos. Todos foram autuados em flagrante delito por tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, e “Paulinho” ainda por posse ilegal de arma de fogo.

Paulino era quem distribuía drogas no Jardim Norte I. Ele confessou ser membro do PCC.

Victor foi preso na companhia de Paulinho.

Nas investigações o delegado constatou que ‘Paulinho” era quem estavadistribuindo as drogas no bairro. Ele foi preso na porta da casa dele. Estava acompanhado de ‘Victor”. A droga, mais de um quilo, estava escondida no forrodo imóvel, onde também foi encontrada a arma de fogo, com numeração raspada. Otraficante confessou ser membro do PCC.

O outro traficante daquela área, “Pelado”, foi localizado em outra casa. Ele recebia drogas de “Paulinho”. No momento da prisão estava acompanhado do adolescenteque “trabalhava” para ele como olheiro, monitorando o movimento da Polícia para não correrem risco de serem presos.

Pelado utilizava um adolescente como olheiro. Revendia drogas de Paulinho.

DN

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