DESEMPREGO CAI PARA 11,9%, MAS AINDA ATINGE 12,5 MILHÕES DE BRASILEIROS

A taxa de desemprego caiu para 11,9% no trimestre móvel de julho a setembro — queda de 0,6% na comparação com os três meses anteriores, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (30). Embora essa seja a sexta queda consecutiva do indicador, o desemprego ainda atinge 12,5 milhões de brasileiros. 


No mesmo trimestre de 2017, a taxa era de 12,4%, ou seja, houve uma queda de 0,5%. Naquela época, 13 milhões de pessoas estavam sem trabalho.

Quando é somada ao desemprego a força de trabalho subutilizada (ou seja, pessoas que gostariam de trabalhar mais de 40 horas por semana e aquelas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego ou procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar no momento da pesquisa), a taxa chega a 24,2% da população brasileira, o que representa 27,3 milhões de pessoas.

O indicador de subutilização da força de trabalho, no entanto, também caiu 0,4% no trimestre de julho a setembro na comparação com o período anterior.

Segundo a Pnad Contínua, cerca de 11,5 milhões de pessoas trabalham sem carteira de trabalho assinada.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada ficou estável frente ao trimestre anterior e também no confronto com o mesmo trimestre de 2017 (33 milhões).

Já o percentual de empregados sem carteira de trabalho assinada subiu 4,7% ante o trimestre anterior, representando 11,5 milhões de brasileiros (522 mil pessoas a mais).

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,5 milhões de pessoas) cresceu 1,9% em relação ao trimestre anterior (mais 432 mil pessoas) e aumentou 2,6% (mais 586 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2017.

A VOZ DE SANTA QUITÉRIA

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