DEFESA DO EX-MINISTRO GEDDEL VIEIRA ACUSA A PROCURADORA-GERAL RAQUEL DODGE DE FORÇA A UM ACORDO DE DELAÇÃO

A defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima insinuou, em documento enviado no domingo ao Supremo Tribunal Federal (STF), que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, está perseguindo a mãe do político para forçá-lo a fechar um acordo de delação.

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O advogado Gamil Föppel disse que "não se quer pensar" que esse seja o motivo da "cega perseguição" da procuradora-geral, ressaltando que o ex-ministro "não tem nada a delatar".

O documento questiona o fato de Dodge ter pedido na semana passada, pela segunda vez, a aplicação de medidas cautelares contra Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), irmão do ex-ministro de Michel Temer, e contra a mãe dos dois, Marluce Vieira Lima.

Além de Geddel, Gamil Föppel também defende Lúcio e Marluce. "Não se quer pensar que essa manifestação do Direito Penal do Inimigo seja uma frustrada tentativa de obrigar o irmão do peticionário a fazer uma delação premiada (até porque este não tem nada a delatar), haja vista a cega perseguição para atingir a idosa genitora do mesmo", diz o texto.

O pedido de Dodge foi enviado para o ministro Edson Fachin, do STF, relator do inquérito que investiga o apartamento em Salvador onde foram encontrados R$ 51 milhões. Até agora, no entanto, Fachin não analisou o pedido. Ao reforçar o pedido, Dodge argumentou que há novos indícios que justificam as medidas cautelares.


DN

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