RELATOR DA CPMI E DA JBS AFIRMOU QUE DEPOIMENTO CONFIRMARIA 'COMPLÔ' ENTRE JBS E RODRIGO JANIOT

O relator da CPMI da JBS, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), afirmou, ontem, que o depoimento do advogado Willer Tomaz de Souza aos parlamentares confirmou as suas suspeitas de que houve um complô entre a empresa e o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot para incriminar o presidente Michel Temer. Souza, que atuou para o grupo J&F, é suspeito de intermediar o pagamento de propina a um procurador.

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Ele prestou depoimento em sessão secreta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo parlamentares, o advogado apresentou áudios e transcrições de conversas com executivos da JBS em que indicariam seletividade de Janot ao apresentar provas contra ele.

Segundo parlamentares, Souza chegou a chorar e disse que sua prisão foi "ilegal". "Está provado que esse advogado ficou 76 dias preso sem ter sido ouvido, nem no tempo no nazismo lá não existia", disse Marun.

Souza foi preso no dia 18 de maio, na Operação Patmos.

Já o ministro Dias Toffoli, do STF, rejeitou um mandado de segurança impetrado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que questionava a instalação da CPMI da JBS.


DN

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