GOVERNO DO CEARÁ LANÇA FORÇA TÁTICA PARA COMBATE CRIMES VIOLENTOS

Buscando reforçar a segurança de ação ostensiva, o Governo do Ceará lançou nesta terça-feira oficialmente a Força Tática da Polícia Militar. O início dos trabalhos da nova corporação aconteceu no Comando Geral da PM e contou com a presença do governador Camilo Santana. Os 210 policiais integrantes do efetivo atuarão de forma estratégica, com informações de inteligência, inicialmente em Fortaleza. Até o fim do ano, o número de agentes deve aumentar para 450 profissionais, estendendo os trabalhos para a Região Metropolitana de Fortaleza e para o interior.

 Governo do Ceará lança nova Força Tática da Polícia Militar.  (Foto: Carlos Gibaja e Tiago Stille / Divulgação Governo do Ceará)

Durante a cerimônia, Camilo Santana ressaltou a preparação diferenciada pela qual os agentes passaram para colaborar com a diminuição dos índices de violência no Ceará. "Hoje, a Força Tática passa a ser oficialmente parte das forças de segurança do Estado. Esse símbolo exige respeito. Não tenho dúvida que vocês foram treinados da melhor maneira para agir de forma ostensiva para diminuir a violência, evitar crimes, combater as drogas. Vamos começar por Fortaleza e vamos expandir para o interior

Treinamento

A preparação dos agentes para a Força Tática foi baseada na doutrina de abordagem da PM de São Paulo. O treinamento buscou trabalhar as técnicas de abordagem e enfrentamento de grupos organizados, tráfico ilícito de drogas e substâncias entorpecentes, além de combater a mancha criminal nas áreas em que se observa um agravamento no número de ocorrências.

A função do novo agrupamento é intervir em situações de alto risco no enfrentamento a grupos ou indivíduos, quando o policiamento originário não for suficiente para enfrentar a ocorrência. Para tanto, cada batalhão contará com 20 a 30 integrantes.

O comandante geral adjunto da Polícia Militar, Adriano Soares, ressaltou que a nova corporação está capacitada para atender a qualquer demanda para a garantia da segurança pública. "É uma regeneração, uma implementação nova, em que os grupamentos vão atuar nas áreas relacionadas ao crimes violentos, letais, e patrimoniais. O intuito é reduzir o índice de homicídios e combater o crime organizado. Durante o treinamento, as aulas decorriam até de madrugada, os policiais se dedicaram além dos seus limites para, durante o emprego, corresponderem nessa luta", disse.


G1

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