APÓS SAÍDA DE JANOT, EDUARDO CUNHA DEVE RETOMA DELAÇÃO PREMIADA

O ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), preso há quase um ano, voltará a fazer uma oferta de acordo de delação premiada à equipe da procuradora-geral recém empossada, Raquel Dodge. No entanto, a proposta será levada somente depois que os cinco investigadores que integraram o grupo do antecessor de Dodge, Rodrigo Janot, deixarem a equipe.

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A ideia do ex-deputado e de pessoas ligadas a ele é usar este mês para turbinar o conteúdo do acordo já apresentado por Cunha para tornar a proposta mais atrativa. Novos anexos devem ser escritos nesta semana.

Além do acordo de Cunha, a delação do corretor Lúcio Funaro preocupa o Planalto. A Polícia Federal identificou, entre planilhas de Funaro, notas fiscais relativas a pagamentos de supostas propinas que o delator teria operado em nome do dono da Gol, Henrique Constantino.

O empresário, que tenta acordo de colaboração, é citado em diversos trechos dos anexos de Funaro como pagador de vantagens indevidas a peemedebistas em troca de edições de Medidas Provisórias.


DN

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