GOVERNADOR DO RIO GERA POLÊMICA APÓS DIZER QUE MORRERIA SEM IR PARA UM SPA

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, afirmou, ontem, que a licença médica em uma clínica e spa em Penedo (região serrana fluminense), que tirou até ontem, foi necessária devido à falta de cuidado com a saúde que vem tendo desde que sobreviveu a um câncer no ano passado.

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Ele afirmou que não foi a um spa, mas a uma clínica médica. Disse ter ouvido dos profissionais de saúde que o acompanham que poderia morrer se não se cuidasse.

"Eu tomo uma mão cheia de remédios de manhã e uma mão cheia à noite. Se eu não me cuidasse, meu médico falou que eu ia morrer. Cheguei a ter quase 500 de glicose. Se não me trato, eu ia morrer", afirmou.

Pezão destacou ter passado 19 semanas seguidas em Brasília negociando a aprovação no Congresso Nacional do plano de recuperação do estado.

Ele disse que coloca à disposição da imprensa a nota fiscal da clínica e o número do cheque com o qual fez o pagamento. Disse ainda que o que mais lhe faz "sofrer" é o atraso salarial dos servidores do estado.

Segurança

Após uma reunião em Brasília com o presidente Michel Temer sobre a segurança do Rio, Pezão afirmou que é possível colocar os salários dos servidores em dia no mês de agosto.

A previsão que o governo fluminense vinha dando era de que apenas em setembro isso ocorreria. O último salário pago foi o do mês de abril.

A reunião com Temer terminou, no entanto, sem um anúncio concreto de novas ações para reforçar a segurança do estado.

O único anúncio feito foi do aumento de efetivo de 380 homens da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e de 620 homens da Força Nacional de Segurança Pública, mas nos dois casos, os profissionais já vêm sendo deslocados para o estado nas últimas semanas com este efetivo sendo alcançado nos próximo dias.


DN

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