PREÇO DE GASOLINA CAI MENOS DE R$ 0,01 NO ESTADO

A promessa de dinamismo no mercado de combustíveis com a nova política de preços da Petrobras definitivamente não se faz verdade no Ceará. Após redução de 5,4% na gasolina para as refinarias, o preço médio do litro do combustível cobrado nas bombas não chegou a cair sequer R$ 0,01 na última semana. De 3 a 10 de junho, o valor passou de R$ 3,880 para R$ 3,877, segundo balanço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Os R$ 0,003 para cada litro de gasolina comprado no Ceará é 30 vezes menor que os R$ 0,09 previstos pela Petrobras quando anunciou a última baixa no preço do combustível: em 25 de maio deste ano. Na data, a estatal divulgou a redução de 5,4% no preço cobrado às refinarias e indicou a possível redução nos postos, o que nunca se tornou realidade no Estado.

Pelo contrário, a exemplo de quando o aumento é anunciado, os postos da Capital e do Interior aumentaram o valor cobrado pela gasolina após o indicativo de baixa da Petrobras.

Cidades mais em conta

Ainda de acordo com a pesquisa semanal realizada pela ANP em 16 municípios cearenses, o preço mais em conta para o litro da gasolina é encontrado no Cariri. Em Juazeiro do Norte o valor cobrado é de R$ 3,709 e no Crato é de R$ 3,764.

Em seguida, Icó (R$ 3,870), localizada no Centro-Sul cearense, e Maracanaú (R$ 3,877), na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Na Capital, o preço do litro do combustível ficou em R$ 3,888, de acordo com os dados da ANP para a última semana, entre 4 e 10 de junho.

Mais caras

O valor cobrado nos postos esteve mais próximo dos mais caros vistos no Estado. Neste ranking, Itapipoca liderou, ao registrar R$ 3,958 por cada litro, seguida de Crateús (R$ 3,944) e Limoeiro do Norte (R$ 3,922).

Ainda no topo

Com estes números, a pesquisa ANP ainda evidencia que o Ceará continua com a gasolina mais cara de todo o Nordeste. Isso porque as baixas dos demais estados da Região ainda foram mais significativas do que os R$ 0,003 apontados entre as duas primeiras semanas de junho pela Agência Nacional do Petróleo.


DN

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