EUNÍCIO QUER VOTAR REFORMA TRABALHISTA 'MAIS TARDAR' ATÉ METADE DE JUNHO

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirmou nesta terça-feira (16) que o plenário da Casa deverá votar a reforma trabalhista, “no mais tardar”, até a segunda semana de junho.

Resultado de imagem para EUNICIO

O peemedebista deu a declaração antes de o Senado realizar mais uma sessão de debates sobre a proposta. Participam da audiência pública seis autoridades e especialistas que defendem ou criticam o projeto. “É uma reforma que não prejudica o trabalhador, pelo contrário, regula e atualiza uma legislação que é de 1940. Ela adequa relações trabalhistas, não retira direitos [...]. Portanto, dentro do cronograma, entendo eu que, até mais tardar na primeira semana, se a pauta não ficar trancada aqui, no mais tardar, na primeira, segunda semana de junho, nós estaremos com essa matéria aprovada”, projetou Eunício.
Nesta terça, a presidente da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), Marta Suplicy (PMDB-SP), definiu Ricardo Ferraço (PSDB-ES) como relator da reforma no colegiado. A CAS será a última comissão a analisar o tema antes da votação em plenário.
Ferraço já é o relator do tema na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), primeira a analisar a proposta. O segundo colegiado a debater o tema, o de Constituição e Justiça (CCJ), tem Romero Jucá (PMDB-RR) como relator.
Um dos convidados da audiência desta terça, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que a reforma trabalhista “não retira direitos” dos trabalhadores, “traz segurança jurídica” às relações de trabalho e vai gerar empregos no país. “Se o acordo coletivo é um direito constitucional do trabalhador, nós precisamos permitir que o trabalhador, através da sua respectiva representação sindical, escolha qual é a forma mais vantajosa de o trabalhador usufruir dos seus direitos”, afirmou Nogueira. “O segundo eixo [da reforma] é justamente trazer segurança jurídica, para que os acordos coletivos tenham força de lei, para que aquilo que é acordado seja respeitado lá numa decisão judicial no futuro”, expôs o ministro.
Ronaldo Nogueira deixou a audiência pública – alegando que tinha uma viagem marcada – antes que os senadores começassem a fazer pronunciamentos sobre o tema, o que gerou protestos da oposição.

POR BRAGUINHA VIA G1

Nenhum comentário

SEU COMENTÁRIO É DE SUA TOTAL RESPONSABILIDADE, FICANDO SEU IP. DE REDE SALVO PARA RESGUARDO DE AÇÕES JUDICIAIS.

Tecnologia do Blogger.