RENAN E O FILHO PODEM NÃO SE REELEGER EM ALAGOAS

A eleição de 2018 virou tema para os partidos que querem seus “players” no jogo desde já. A grande disputa é pelo Senado Federal. É o que mostra a recente pesquisa do Instituto Paraná, encomendada pelo Diário do Poder. Pela pesquisa se observa a existência de muitos pré-candidatos para apenas duas vagas. O detalhe: todos demonstrando uma capilaridade eleitoral e condições de disputa. Quem tem se preocupado bastante com o cenário é o atual senador Renan Calheiros (PMDB). Por esta razão, foi o próprio Calheiros que, ao deixar a presidência do Senado, resolveu antecipar o jogo eleitoral e partir para o ataque.


Se a eleição fosse hoje, Ronaldo Lessa teria 35% dos votos. Vilela ficaria com 27,8%. Renan Calheiros seria o terceiro colocado com 25,1%. O cenário se complica, pois Quintella surge com 18%, Benedito de Lira com 17,8% e Marx Beltrão com 16%. Claro que a possível saída de Quintella altera esse quadro, mas em uma campanha quem mais seria alvo é o senador Renan Calheiros em função da Operação Lava Jato e os inquéritos onde aparece. É um desgaste político, mesmo não sendo o senador condenado. Afinal, a condição de investigado não é pré-julgamento e Calheiros alega inocência. Porém, há reflexos no eleitorado.

Pela pesquisa, se a eleição fosse hoje, o governador Renan Filho (PMDB) teria 31,7% dos votos. O prefeito Rui Palmeira (PSDB) – caso fosse candidato ao Executivo estadual – estaria com 26,1% das intenções de voto. O senador Fernando Collor (PTC) aparece em terceiro com 14,4%.

CADA MINUTO

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