PLANALTO CONTESTA TEOR DE DELAÇÃO CONTRA TEMER

O Planalto afirmou, em nota, que "o presidente Michel Temer jamais tratou de valores com o senhor Márcio Faria" e que "o presidente contesta de forma categórica qualquer envolvimento de seu nome em negócios escusos".


"Temer nunca atuou em defesa de interesses particulares na Petrobras, nem defendeu pagamento de valores indevidos a terceiros", diz a resposta, afirmando que a narrativa do ex-executivo "está baseada em uma mentira absoluta".

"Nunca aconteceu encontro em que estivesse presente o ex-presidente da Câmara, Henrique Alves, com tais participantes. O que realmente ocorreu foi que, em 2010 em São Paulo, Faria foi levado ao presidente pelo então deputado Eduardo Cunha. A conversa, rápida e superficial, não versou sobre valores ou contratos na Petrobras. Isso já foi esclarecido anteriormente, quando da divulgação dessa suposta reunião", diz a nota do Planalto.

Governabilidade

Sem citar diretamente a lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Temer pediu para "sair um pouco" do tema e, durante cerimônia de atos em prol das mulheres, afirmou que "não podemos jamais paralisar a atividade legislativa".

"Temos que dar sequência ao governo, à atividade legislativa e judiciária", disse.

Após a divulgação da lista deFachin, que atingiu diversos parlamentares e membros da cúpula do governo, uma das preocupações é com o atraso e o impacto na reforma da Previdência, principal bandeira de Temer.

"Porque aqui no Brasil, se nós não tomarmos cuidado, daqui a pouco, o Executivo não opera, o Legislativo não opera, o Judiciário não opera. E não é assim".

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